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Poder de compra em Goiás recupera fôlego e pesquisa registra alta no consumo 

Os consumidores goianos estão mais confiantes este ano, apesar do impacto da pandemia de Covid-19 na economia. Em Goiás, as famílias devem movimentar R$ 182 bilhões, o que representa acréscimo de 14,53% em relação ao estimado no ano passado. Isso é o que mostra a pesquisa IPC Maps 2021, que leva em consideração indicadores oficiais sobre o potencial de consumo nacional.

, como explica o sócio da IPC Marketing Editora, responsável pela análise, Marcos Pazzini. “Os municípios com economia mais estabilizada e menos dependente dos programas federais têm reagido mais rápido. Quando há empresas mais estruturadas, reagem mais rápido com emprego e renda”, pontua.

Entre as principais cidades com mercado em potencial, Goiânia subiu de posição e está em nono lugar, ultrapassou Manaus (AM), que caiu para décimo no ranking. “Em Goiás, a participação do consumo aumentou de 3,56% para 3,59%, representa 0,03% de ganho, que parece nada, mas é R$ 1,4 bilhão a mais no bolso da população, porque via de regra Norte e Nordeste perderam participação”, diz ao citar que no Estado a retomada se desenha um pouco mais rápida do que em outras localidades do País.

Contudo, o cenário de crise ainda afeta muito o poder de compra, especialmente para classes com menor renda e para municípios do interior. Uma dificuldade desigual que Pazzini descreve como perene em grande parte do Brasil e que piorou com a pandemia. “O consumo tem relação com emprego e onde há trabalho para atração e manutenção de parques empresariais tem ido melhor.”

Classe

Apesar da alta estimada para o consumo em relação a 2020, os níveis ainda estão bem abaixo do que era conferido antes da pandemia. Para se ter ideia, o resultado do ano passado é equivalente aos anos de 2010 e 2012. De acordo com o IPC Maps 2021, também houve uma redução na quantidade de domicílios classificados como da classe C no Estado, o que elevou o número nos estratos sociais com menor poder de consumo (D/E). Também ocorreu migração da A para B.

Entre o que é prioridade para as compras, os itens básicos se destacam sobre os demais. O que é a realidade na casa da costureira Helenita Gomes Santana, de 44 anos. Ela está em busca de emprego com carteira assinada porque os custos aumentaram e a renda da venda de roupas caiu. “Faço bicos e só dá para nos manter, só arroz, feijão e um pouco de carne”, descreve sobre o supermercado para alimentar quatro pessoas em casa.

Até a sobremesa no fim de semana para agradar as crianças ela conta que teve de cortar enquanto o comércio não melhora ou nova oportunidade não surge. “Paramos com tudo, nem saímos mais”, lamenta. Conforme Marcos Pazzini, o básico dependendo da classe social tem comprometido quase toda a renda, como ocorre na casa da costureira. Isso faz itens que não são de primeira necessidade perderem espaço no mercado.

Uma realidade que pode demorar alguns anos para mudar. “O Brasil nunca teve em uma década um crescimento sustentável, forte, vem de crise desde 2015 e a retomada é aos poucos.” De outro lado, a pesquisa captou aumento da despesa com veículos próprios e que pode ter relação também com trabalhos para ter renda extra, como ocorre com os entregadores e motoristas de aplicativo.

Sobre quantidade de empresas, o IPC Maps mostra aumento de 6,4% no número, com destaque para setores da indústria, serviços e agronegócio. “O comércio foi muito afetado. Na verdade, teve fechamento e de 2019 para 2020 já estava em queda. Foram 1.418 unidades fechadas. Pequenos negócios de bairros não tiveram condição de reagir sem capital de giro e administração”, conclui o representante da IPC Marketing sobre os reflexos que ainda persistem do isolamento social.

 

 

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